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Técnicos da Cooperitaipu recebem treinamento sobre variedades de pastagens de inverno

Apresentadas opções de sementes para os diferentes modelos de propriedades rurais

 

Aproximando-se a época de início do plantio das chamadas pastagens de inverno, a diretoria técnica da Cooperativa Regional Itaipu realizou, na quinta-feira (14-03), treinamento com os técnicos de campo sobre sementes de azevém, suas variedades e melhoramentos genéticos.

Três empresas apresentaram seus produtos e tiraram as dúvidas dos participantes. O azevém é uma gramínea forrageira largamente utilizada na alimentação animal. É uma cultura que pode ser plantada em solo preparado, como cobertura de inverno ou ser intercalada com o milho.

Os técnicos da Itaipu receberam informações sobre os melhoramentos nas sementes para este novo ciclo de plantio e puderam ver a diferença entre as variedades com genética diploide e tetraploide. A primeira tem menor custo e maior adaptabilidade em relação à diferença de tecnologia empregada em cada propriedade. A segunda tem custo pouco mais elevado, mas rendimento superior em nutrição e longevidade da planta.

Daniel Braz de Oliveira, da Atlântica Sementes, fala que as forrageiras de alta performance (tetraploide) são a nova era na cultura do Azevém. Já Marcos Antônio Ploncoski, da Agropik Brasil, explicou que é preciso haver uma sensibilidade do técnico, em cada caso, para definir a aplicação de uma ou outra variedade e que, dependendo do nível de tecnologia empregado na propriedade, a variedade de média performance (diploide) pode se mostrar a mais adequada. Julio Zannin, da ATTO Sementes, finalizou fazendo um comparativo detalhado sobre as variedades e os potenciais riscos de se utilizar um tipo ou outro sem uma criteriosa avaliação por parte dos técnicos agrícolas da cooperativa.

 

Gerente técnico destaca importância da orientação técnica nas propriedades

Segundo Fernando Rohr, diretor técnico da Itaipu, viabilizar treinamentos como este é de grande importância, principalmente para o associado, pois, estando os técnicos bem treinados e com as informações mais recentes, há um reflexo direto na produtividade e consequente lucratividade.

Durante o treinamento os técnicos também tiveram a oportunidade de visitar lavoura de pastagem onde é aplicado um programa de nutrição de plantas diferenciado, buscando o melhor custo benefício. “Precisamos olhar e conduzir nossas áreas de pastagem buscando o máximo de produtividade e o melhor índice bromatológico possível”, explica Rohr.

“O pasto constitui-se no alimento mais barato da dieta, por isso precisamos investir cada vez mais em variedades com tecnologia agregada, preparo e conservação de solo, adubação e controle de plantas invasoras e pragas”, destaca.

"Temos como visão de empresa ser referência no Estado e, para tal, devemos entregar o máximo em eficiência ao associado; as constantes capacitações seguem esse modelo", finaliza Fernando.