Cooperativa Regional Itaipu - Cooperativa alerta sobre o vazio sanitário da soja safra 2026/27

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Cooperativa alerta sobre o vazio sanitário da soja safra 2026/27

Em Santa Catarina, datas de início serão em 13 de junho e quatro de julho, conforme região

A Cooperitaipu está orientando seus associados e clientes sobre a Portaria nº 1.579/2026, do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), publicada em 9 de abril no Diário Oficial da União. O documento estabelece os períodos de vazio sanitário e o calendário de plantio da soja para a safra 2026/2027 em todo o Brasil. A medida é fundamental para o controle de doenças e para garantir a produtividade no campo.

 

O vazio sanitário em Santa Catarina é um intervalo de 90 dias em que é proibido cultivar ou manter plantas vivas de soja nas propriedades, incluindo as tigueras (plantas que nascem sozinhas). O objetivo é interromper o ciclo do fungo que causa a ferrugem asiática, principal doença da cultura, que pode destruir até 90% da produção em casos graves. Além da pausa, a portaria define as datas permitidas para o plantio por estado e região. Em Santa Catarina, datas de início serão em 13 de junho e quatro de julho, conforme região:

 

Na região II, que compreende a maior parte do território catarinense (incluindo as regiões Oeste, Meio Oeste, Serra, Planalto Norte e Vale do Itajaí), o período do vazio sanitário será de 13 de junho a 21 de setembro. Já o período de plantio será de 22 de setembro a 22 de janeiro para nós aqui do oeste.

 

O departamento técnico da Cooperitaipu reforça que é obrigatório eliminar qualquer pé de soja que nascer no campo durante o vazio sanitário, seja por controle químico ou mecânico. O descumprimento dessas regras pode resultar em multas e penalidades previstas na lei. Essas ações garantem uma lavoura saudável, baixam o custo com defensivos e protegem o lucro do produtor.

 

Conforme o Programa Nacional de Controle da Ferrugem Asiática da Soja, o tripé do controle da ferrugem são o vazio sanitário, o calendário de plantio e o cadastro das lavouras, permitindo assim a ausência do fungo na entressafra, a concentração dos cultivos numa determinada época do ano e o acompanhamento e monitoramento da ocorrência da doença nos cultivos estabelecidos.

Foto: Diogo Deoti/Cidasc

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